Clipping da Educação

Publicação do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação
ISSN 1413-2648

ano 26 - n° 896 - 1 a 10 de fevereiro de 2015 

 

Idiomas sem Fronteira oferecerá aulas de espanhol e mandarim

Os cursos de espanhol e mandarim poderão ser os próximos oferecidos pelo programa Idiomas sem Fronteiras. A documentação de ambos está mais adiantada, segundo a coordenadora do programa do Ministério da Educação (MEC), Denise Lima. Além desses, italiano, japonês e alemão também estão nos trâmites finais. Ela não informa uma data para que isso aconteça.
A proposta do Idiomas sem Fronteiras é complementar o Ciência sem Fronteiras e as demais políticas públicas de internacionalização do ensino. O programa prevê a aplicação de testes de proficiência e de nivelamento, cursos on-line e presenciais.
O programa foi lançado em novembro do ano passado com a promessa de oferecer a formação em inglês, francês, espanhol, italiano, japonês, mandarim, alemão e português para estrangeiros que tenham interesse no nosso idioma.
O inglês é ofertado ofertado desde 2013, pelo Programa Inglês sem Fronteiras, e o francês desde o ano passado. Todos os demais idiomas, segundo Denise, passarão a ser ofertados neste ano.
“Os idiomas são todos necessários. A oferta depende do andamento da documentação e da logística interna”, explica a coordenadora.
“O programa conseguiu um grande alcance com o inglês. Conseguimos cadastrar todos as universidades federais e quase a totalidade dos institutos federais. O francês também tem tido uma repercussão boa na comunidade universitária e tem auxiliado no processo de mobilidade estudantil”, acrescenta.
O Idiomas sem Fronteiras, de acordo com a coordenadora, vai além do objetivo de formar os intercambistas, estende-se a professores, técnicos e alunos de graduação, mestrado e doutorado das instituições de educação superior, públicas e particulares. Além de professores de idiomas da rede pública da educação básica.
O impacto no Ciência sem Fronteiras foi reduzir o tempo que os estudantes passam em outros países recebendo e apenas aprendendo o idioma.
O prazo, que podia ser de até de um ano, foi restrito ao limite máximo de 10 semanas antes do início das aulas, segundo Denise. "Quando se manda o aluno para o exterior, pode até garantir que ele vá aprender esse idioma, mas investe-se no aluno o que poderia estar investindo em muitos alunos. Muito mais barato estudar aqui, apesar de o processo ser mais lento que uma imersão no idioma", analisa.
O Ciência sem Fronteiras oferece bolsas, prioritariamente, nas áreas de ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e da saúde. O programa deve oferecer 100 mil bolsas em instituições de ensino estrangeiras de 2015 a 2018.



Fonte: Exame.com – 2 de fevereiro de 2015
 

 

(IPAE 170 – 02/15)

 

MEC divulga a primeira chamada de aprovados no Prouni 2015

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (2) a lista dos aprovados em primeira chamada da edição do primeiro semestre de 2015 do Programa Universidade para Todos (Prouni). O resultado está disponível no site do Prouni.
Nesta edição, foram ofertadas 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais, para 30.549 cursos de graduação de 1.117 instituições de ensino superior privadas.
Para consultar a lista de aprovados, o candidato pode selecionar a instituição, campus, curso, turno e tipo de bolsa ofertada no site prounialuno.mec.gov.br.
CONSULTE O SEU RESULTADO NO PROUNI
O candidato convocado deve se dirigir até o dia 9 à instituição para a qual foi pré-selecionado e levar os documentos que comprovem as informações prestadas na ficha de inscrição. Se perder o prazo ou não comprovar as informações, será eliminado. A segunda chamada será em 19 de fevereiro.
O Prouni concede bolsas de estudo integrais (100%) e parciais (50%) em instituições privadas de ensino superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior. O programa usa a nota do Enem de 2014.
Recorde de inscritos
Neste ano, o sistema ultrapassou a marca de 1,4 milhão de candidatos a poucas horas do fim das inscrições, e bateu o recorde da edição do primeiro semestre de 2013, quando chegou a 1,2 milhão de candidatos.
Podem participar alunos que fizeram o ensino médio em escola pública, ou em escola particular como bolsista, ou ser uma pessoa com deficiência, ou ser um professor da rede pública. Tem ainda de ter renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa para bolsas integrais, ou de até três salários mínimos por pessoa para as bolsas parciais.
Formação de turma
A bolsa do Prouni só poderá ser concedida caso haja formação de turma no período letivo inicial do curso, o que ocorrerá somente se houver o número mínimo necessário de alunos matriculados.
Os candidatos pré-selecionados para cursos nos quais não houver formação de turma serão reprovados, terão direito à bolsa apenas se já estiverem matriculados no respectivo curso.
VEJA A DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA A MATRÍCULA
Algumas instituições submetem os candidatos pré-selecionados a um processo seletivo próprio, que pode ser diferente do vestibular.
Prouni x Sisu
O Prouni é uma alternativa para os alunos que não são aprovados nas universidades públicas pelo Sisu.
Mesmo quem é aprovado no Sisu em uma universidade pública em outra cidade ou estado, mas não pode se mudar, costuma optar por fazer uma faculdade particular em seu município com bolsa do Prouni.
O candidato pode se inscrever no Sisu e no Prouni, desde que atenda aos critérios do programa.
Mas, caso seja selecionado nos dois programas, terá de escolher entre a bolsa do Prouni e a vaga do Sisu.
 



Fonte: G1 – 2 de fevereiro de 2015
 

 

(IPAE  171 - 02/15)

 

Rede social educativa inicia 2015 com 40 milhões de usuários em 35 países

A rede social educativa polonesa Brainly anunciou nesta sexta-feira (30) ter chegado à marca dos 40 milhões de usuários em 35 países neste início de 2015. Fundada em 2009, a rede une estudantes de todos os níveis que tirarm dúvidas sobre diferentes matérias com outros estudantes e com professores voluntários. No Brasil há dois anos, a Brainly já tem três milhões de usuários.
Para os criadores, o sucesso vem do fato de que os alunos em todos os cantos do mundo enfrentam problemas escolares que são muito similares e a Brainly oferece como solução respostas corretas e quase imediatas. Após o aporte de US$ 9 milhões liderado pela General Catalyst e recebido em outubro de 2014, a start up abriu um escritório em Nova York e outro em Berlim.
“Queremos atrair os melhores talentos de vários cantos do mundo e criar a melhor plataforma de estudo possível. Existem vários websites de educação online desenhados para professores e pais. Para a Brainly o mais importante é ser educativo e útil na perspectiva dos alunos, por isso ‘Alunos em primeiro lugar’ é o nosso lema”, diz Micha Borkowski, co-fundador e diretor executivo da Brainly.
A plataforma está disponível em 12 línguas, tem 40 milhões de usuários por mês de 35 países que fazem mais de 8 mil perguntas por hora; 450 moderadores voluntários monitoram a qualidade do processo de aprendizagem dos alunos, explicam os criadores.
A empresa, apoiada por Point Nine Capital, General Catalyst, Runa Capital e Learn Capital, acaba de contratar o executivo de marketing Julien Zakoian, que estave à frente da vente-privee.com, empresa francesa de varejo online que fatura US$ 2 bilhões por ano; e Jason Green, diretor-chefe de Tecnologia que atuava na Wimdu, o maior website europeu de aluguel peer-to-peer de propriedades privadas, que recebu mais de US$ 90 milhões de investimento da Rocket Internet e Kinnevik.
No Brasil há dois anos a Brainly já tem mais de três milhões de visitantes brasileiros dispostos a estudar juntos. Segundo os administradores, 80% das dúvidas dos estudantes são respondidas em 10 minutos por professores voluntários. Ainda de acordo com os administradores do Brainly brasileiro, o engajamento é alto a ponto de um professor já voluntariamente respondido a 17 mil perguntas de estudantes. O serviço é gratuito: o estudante se cadastra no site brainly.com.br e passa a se relacionar com outros de diferentes áreas.

 

Fonte: G1  – 2 de fevereiro de 2015 
 

 

 (IPAE 172 - 02/15)

 

MEC reconhece mais 335 cursos de ensino superior

O Ministério da Educação (MEC) reconheceu na sexta-feira (30), por meio de portaria, mais 335 cursos superiores. As vagas são em instituições públicas e privadas, presenciais e a distância.
Entre os cursos reconhecidos estão admistração, farmácia, psicologia, direito, fisolofia, educação física, biomedicina, música e matemática, além de 60 vagas em medicina na Universidade Federal do Amapá.
A lista completa pode ser consultada no Diário Oficial da União.
Para uma instituição de ensino oferecer cursos superiores, é necessário que eles sejam autorizados pelo MEC, que avalia condições para que isso ocorra.
O reconhecimento é uma segunda etapa.
Ele deve ser solicitado quando o curso de graduação tiver completado 50% de sua carga horária. O reconhecimento de curso é condição obrigatória para validade nacional dos diplomas.
 


Fonte: Exame.com – 2 de fevereiro de 2015

 

 (IPAE 173 - 02/15)

 

Menos de 1% dos municípios já concluíram plano de educação

Apenas 37 municípios de um total de 5.570 já sancionaram leis para elaborar metas a serem cumpridas no Plano Nacional de Educação, segundo levantamento da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) do Ministério da Educação. O número corresponde a 0,66% do total. O prazo final para elaborar o projeto de lei termina em julho.
Segundo lei sancionada em julho de 2014, estados e municípios têm até julho de 2015 para elaborar as diretrizes do seu plano de educação. Ao todo, 1.441 municípios ainda nem iniciaram o trabalho de elaboração do seu plano municipal.
Segundo o levantamento:
- 37 municípios cumpriram todas as fases e as leis foram sancionadas
- 35 já aprovaram leis
- 37 enviaram o projeto de lei à câmara de vereadores
- 37 elaboraram o projeto de lei
- 95 realizaram consultas públicas
- 247 fizeram o documento-base
- 689 concluíram o diagnóstico
- 2.843 constituíram comissão coordenadora
- 1.441 ainda não iniciaram o trabalho de adequação ou elaboração do PME
- 109 municípios não prestaram informações ao Portal do PNE.
Entre os estados, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Maranhão são as unidades da Federação com planos constituídos por lei. O Distrito Federal e o Rio Grande do Sul já enviaram projetos de lei para apreciação dos legislativos. Rondônia e Roraima concluíram os projetos. Acre, Rio de Janeiro e Santa Catarina fecharam o documento-base, que é uma leitura da realidade e constitui o estágio anterior à consulta pública. São Paulo e Tocantins fizeram o diagnóstico.
Os outros 15 estados apenas constituíram comissões de coordenação com atividades em diferentes etapas.
A partir de julho, as relações de estados e municípios com o Ministério da Educação terão como instrumento os planos de cada cidade ou unidade da federação. "É preciso acelerar o trabalho", diz Binho Marques, secretário de articulação do MEC. "Os planos de educação são fundamentais para ter acesso ao Plano de Ações Articulado."
O MEC elaborou um calendário de supervisão e acompanhamento dos trabalhos dos secretários estaduais.
 


Fonte: G1 – 3 de fevereiro de 2015 
 

 

 (IPAE 174 - 02/15)

 

Primeira sessão deliberativa do ano tem três projetos sobre educação

O PLC 66/2012, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), já passou pelas Comissões de Educação e de Assuntos Sociais e determina que o estudante carregue, no máximo, o equivalente a 15% do peso corporal nas mochilas. Caberá ao poder público promover uma ampla campanha educativa sobre o assunto.
O deputado ressalta o prejuízo à saúde dos estudantes, obrigados a levar diariamente bolsas e mochilas carregadas de materiais, e sugere às escolas públicas a adoção de armários, itens já comuns nas instituições privadas.
Outro projeto a ser analisado é o PLS 123/2013, do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), que estabelece a exigência de pós-graduação stricto sensu (mestrado ou doutorado) para o ingresso na carreira de magistério superior. A intenção é garantir a entrada de profissionais mais qualificados nas instituições de ensino federais.
Para isso, a proposta altera a Lei 12.772/2012, que trata do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal. Segundo o senador, o projeto vai atender também o novo Plano Nacional de Educação, que prevê a ampliação da proporção de mestres e doutores nas escolas superiores do país.
Também relacionado à educação, o PLC 35/2013, da Presidência da República, pretende ampliar a área de abrangência da Universidade Federal do ABC (UFABC), além de deixar claro tratar-se de uma fundação pública.
A UFABC foi criada em 2005 e tem um campus em São Bernardo do Campo (SP) e outro em Santo André (SP), que abrigam pouco mais de 7 mil universitários. Se aprovado o projeto, a escola poderá atuar também em outras cidades do ABC Paulista, carentes de educação superior gratuita.
A definição como fundação com personalidade jurídica de direito público tem, segundo a presidente Dilma, o intuito de reparar um equívoco da lei que a criou (11.145/2005).
Carros usados
Na pauta da primeira reunião deliberativa de Plenário do ano está também o PLC 49/2014, do deputado Fábio Faria (PSD-RN), que obriga as agências de automóveis a informar o valor dos tributos incidentes sobre a venda dos veículos.
Se a proposta for aprovada, os comerciantes terão que informar também eventual existência de multas, débitos fiscais ou qualquer restrição que impeça a livre circulação do veículo.
O objetivo é proteger o consumidor e evitar que ele seja induzido a erro, comprando um produto que lhe causará problemas posteriores.
Medida provisória
Nesta reunião, o presidente deve anunciar também a perda de eficácia da MP 655/2014, que autoriza abertura de crédito extraordinário para o Programa de Financiamento Estudantil (Fies), editada em agosto.
 

Fonte: Correio Braziliense – 3 de fevereiro de 2015

 

 (IPAE 175 - 02/15)

 

Brasil não aparece em ranking das cem melhores MBAs do mundo, segundo Financial Times

Diferente dos três últimos anos, o Brasil ficou sem representantes na lista das cem melhores escolas de negócio do mundo no ranking "Global MBA", do jornal britânico "Financial Times". A edição 2015 do levantamento tem a Harvard Business School, nos Estados, em primeiro lugar, acompanhada pela London Business School, na Inglaterra, University of Pennsylvania e Stanford Graduate School of Business, nos Estados Unidos, e Insead, na França e Cingapura.
O Instituto Coppead de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) era o único representante brasileiro na seleção. Entre 2013 e 2014, em 66º e 79ª lugar, respectivamente. Em 2012, quando integrou o ranking pela primeira vez, o instituto ocupava a 51ª posição.
Os Estados Unidos é o país com maior número de instituições no ranking, com 50 unidades. Depois aparece o Reino Unido, com 13. Canadá e China possuem seis instituições cada. Não há representantes da América Latina.
A avaliação diz respeito a programas “full time MBA”, que equivalem ao mestrado brasileiro. Entre os critérios utilizados para a verificação estão a posição dos ex-alunos no mercado, bem como o salário alcançado depois do curso e pesquisas realizadas nas escolas. Os dados são apurados junto a ex-alunos e às próprias instituições.
 

Fonte: O Globo – 3 de fevereiro de 2015
 

 

 (IPAE 176 - 02/15)

 

Uso excessivo de tablets pode prejudicar o desenvolvimento emocional de crianças, diz estudo

Como parte de um verdadeiro fenômeno moderno, crianças estão fazendo um uso cada vez mais precoce de tablets e dispositivos móveis, muitas vezes incentivados pelos pais como forma de manter os filhos distraídos. No entanto, de acordo com um estudo desenvolvido por psicólogos infantis da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos EUA, quando usados em excesso pelos pequenos, esses aparelhos tendem a prejudicar o seu desenvolvimento emocional e o seu comportamento.
Publicado no periódico "Pediatrics", o levantamento mostra que os jovens que fazem uso pesado desses dispositivos demonstram sinais de incapacidade de controlar as suas emoções, disfarçando-as com atividades ligadas aos aparelhos, como o uso de aplicativos.
— Já foi mostrado por estudos que o aumento de uso da TV diminui o desenvolvimento da linguagem e das habilidades sociais de crianças. O uso de dispositivos móveis atua de modo similar, substituindo o tempo passado desenvolvendo interações diretas entre humanos — afirmou Jenny Radesky, instrutora do setor de pediatria comportamental da Universidade de Boston e um dos autores do estudo ao jornal "Daily Telegraph".
A especialista questiona ainda se, caso esses dispositivos eletrônicos se tornem o método predominante para pais acalmarem e distraírem os seus filhos, as crianças conseguirão desenvolver o seu próprio mecanismo para autorregularem os seus comportamentos e emoções.
Ainda de acordo com o estudo, o uso desses aparelhos por menores de 3 anos de idade poderia ainda impactar o desenvolvimento de habilidades necessárias ao estudo da matemática e das ciências.
Uma das pesquisadoras do estudo, Jenny Radesky, fez um apelo aos pais que estimulem mais interações humanas com os filhos, sem que dispositivos eletrônicos sejam envolvidos. E, no caso do uso de aplicativos, o levantamento recomenda que eles sejam usados pelas crianças junto com os pais, como uma forma de atividade em conjunto para aumentar o seu valor educacional.
Apesar de ter dado um tablet de presente de Dia das Crianças para a filha Isadora, de 4 anos, Alexandre Falcão diz se preocupar com os impactos que o uso exagerado pode ter para o desenvolvimento da menina.
— É preciso ter um certo cuidado, então eu e minha mulher impomos limites a ela quanto ao uso do aparelho sim. Não pode usar o tempo todo. Às vezes colocamos ela pra ver uma horinha de algum vídeo que ela gosta no iPad, mas tentamos entretê-la com outras coisas, não a deixamos fazer download de tudo que quer — afirma Falcão.
Para a psicóloga Iroise Dumotheil, a pesquisa da Universidade de Boston não apresentam dados conclusivos.
— Apesar de poder haver um problema (no uso excessivo de tablets por crianças), nós realmente ainda não sabemos porque mais estudos ainda precisam ser feitos — afirmou ela em entrevista ao site "The Independent".
 

 

Fonte: O Globo - 3 de fevereiro de 2015
 

 (IPAE 177 - 02/15)

 

Papa fará bate-papo com estudantes em projeto de melhoria de ensino

Esta semana o papa Francisco lança um projeto, chamado Scholas Labs (alusão às palavras “escolas” e laboratórios”), que visa a atacar um problema que aflige países no mundo todo: a dificuldade de aprendizagem dos estudantes.
A opção escolhida foi o uso de tecnologia por meio de parcerias entre empresas do setor (como Google e IBM) com colégios membros de uma rede ligada ao papa, para possibilitar que alunos e professores desenvolvam aplicativos ou ferramentas educacionais, com apoio dessas companhias.

 

Fonte: Folha de São Paulo – 4 de fevereiro de 2015   
 

 

 (IPAE 178 - 02/15)

 

Finlândia vai tirar escrita cursiva do currículo escolar

A reportagem mostra que o país nórdico substituirá tal ensino por aulas de digitação, em uma medida que será executada a partir do ano que vem. Em setembro de 2013, o ensino de cursiva também deixou de ser obrigatório nas escolas norte-americanas, e 43 estados resolveram adotar a reforma.
A polêmica medida colocou em discussão o futuro da escrita à mão nas escolas .”A habilidade fluente de digitação é uma competência nacional importante”, declarou Minna Harmanen, do comitê nacional de educação finlandês.
 

Fonte: Porvir.org – 5 de fevereiro de 2015

 

 (IPAE 179 - 02/15)

 

EXPEDIENTE


Clipping da Educação

Publicação decendial do Instituto de Pesquisas e Administração da  Educação

Exemplares arquivados na Biblioteca Nacional de acordo com Lei nº 10.944, de 14 de dezembro de 2004 (Lei do Depósito Legal).
ISSN (International Standard Serial Number) nº 1413-2648 conforme registro no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT (Centro Brasileiro do ISSN), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia.
Editora do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação cadastrada no ISBN (International Standard Book Number) sob o nº 85927 conforme registro na Biblioteca Nacional.
 
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Editor Responsável - João Roberto Moreira Alves
 
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FICHA CATALOGRÁFICA

Clipping da Educação

- Nº 1 (jan. 1990). - Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisas e Administração da Educação, 1990 - N.1 ; 29.5 cm - Decendial Publicação do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação.
ISSN - 1413-2648