Durante o encontro foi comentado pelo presidente da autarquia, Daniel Balaban, o acordo de cooperação técnica entre os dois países, tendo como base o bem-sucedido programa brasileiro, que levou a Guiné-Bissau, em 2009, um consultor do FNDE para fazer um diagnóstico da situação da alimentação escolar no país.
Este ano, foi enviado ao país outro consultor do órgão brasileiro, que permaneceu por dois meses em contato com agricultores familiares, ensinando-os a produzir alimentos a serem aproveitados na alimentação dos alunos.
A merenda escolar em Guiné-Bissau é financiada pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA), que distribui mantimentos nas escolas e fornece cestas básicas aos pais de famílias carentes.
(IPAE 167 - 08/10)







